Thursday, November 24, 2005

"Toooooda a Verdade" e o podres do catolicismo...

“ E viu Deus tudo o quanto tinha feito, e eis que era muito bom: e foi a tarde e a manhã o dia sexto. Assim os céus, e a terra, e todo o seu exército foram acabados. E havendo Deus acabado, no dia sétimo, a sua obra que tinha feito, descansou no sétimo dia de toda a sua obra, que tinha feito.” (GÉNESIS). Assim se compreende que a vontade divina é responsável pela coerência do universo, ele é responsável pelo facto de o mundo ter lógica e ser perfeito (teoria teológica). Então a partir desta teoria é possivel afirmar que Deus criou o demónio, logo, (e o que vou escrever pode parecer uma verdadeira blasfémia), se todos somos filhos de Deus pois ele é o nosso criador, então satanás também o é, pois também foi criado por ele.
Na verdade, após a criação, estes dois decidiram fazer parcerias, o que significa que são sócios estabelecendo uma relação tipo tabaqueiras e agências funerárias.
Desta forma acredita-se que Deus inventou satanás para por à prova a humanidade, assim, ele desempanha um papel de “tentador” pois é obrigado a tentar o Homem para que seja possivel a este provar a sua lealdade para com Deus. Além disso, como sócios e tendo Deus uma maior percentagem de acções no negócio das almas, satanás não pode fazer nada sem a autorização do Senhor, pois se satanás fosse independente (tendo um negócio próprio) então punha em causa a autoridade e superioridade de Deus.

Sunday, November 06, 2005

Ontem o céu era azul,
os prados verdes.
As flores abriam,
na inocência da Primavera.

Na perfeição dos tempos passados,
encontro a podridão dos tempos de hoje.
No fundo de lá,
encontro o topo de cá.

Hoje o céu é cinzento,
os prados amarelos secos.
As flores deram lugar à aridez,
fruto das tempestades recentes.

Tristes são aqueles que se julgam felizes,
por pensarem que o são, logo aqui.
Satisfeito sou,
por, afinal, conhecer os limites daquilo que sou.

Saturday, October 29, 2005

Negro


Boa noite, desculpem mas vão ter de me aturar com um breve desabafo.Não consigo perceber como é que, nos dias de hoje, se volta a idade média. Ignorantes saem de casa a qualquer preço por crenças ainda mais antigas que as crenças religiosas. Curandeiros? Não dá para rir, embora apeteça. É algo absolutamente inacreditável. Pensava que no Renascimento se tinha ficado com a ideia que os médicos resolvem bem melhor o problema. Tem problemas pessoais, vá ao psicólogo ou então bate uma para passar o tempo, porque está comprovado que combate o stress e o tédio. Se não tem uma onde bater, suicide-se porque é feia, ou então é protestante. Tem doença? Cure-se no médico. Tem gripe das aves? Peça ajuda aos pombos e gaivotas. 'Tá com uma overdose? Morra. Mas tirem-me estas malditas crenças da frente, que me roem o espírito.Há muito tempo que não via as nuvens tão carregadas de negro. Chove, chove. chove. A semente que largou a tempestade ao rubro já foi semeada à muito tempo, mas tal como os furacões, tem altos e baixos. Ora estão em intensa actividade, ora não estão. As nuvens estão a ficar cada vez mais negras.
Oh, como chove agora. Até o vento está mais forte. Talvez seja o sopro do espírito preso que mora algures perdido na idade média dos tempos modernos.

Sunday, October 23, 2005

Esta vida de Universitário

Bô" noite caríssimos colegas, hoje cá estámos para mais um dia aborrecido e tristonho. Mas eu trouxe a solução para curar os vossos problemas de falta de tesão humorística e desejo de comer couves. Toda a gente sabe que as castanhas são potencialmente perigosas. E a guerra química começou aqui em casa. É sempre pela altura de Outubro. Mas afastemo-nos desses enfadonhos gases, para falarmos de algo bastante mais curioso. O que vos vou contar de seguida tem a haver com a minha experiência na Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa. Na minha faculdade existem diversos papelinhos afixados em que se pode ler: "ALUGA-SE". Nada disto parece verdadeiramente importante à primeira vista, tanto que só reparei no resto das mensagens afixadas três semanas depois de as ter visto. Mais em baixo, e a letra mais pequenas dizem, 99% deles: "só raparigas", "só meninas", "só garotas" ... mais não digo porque senão já estou a ferir mentes mais susceptíveis. Mas porquê só meninas? Curioso não? Nunca o Carlos Cruz e o Bibi se lembraram de por coisas destas nas universidades: " Aluga-se casa (só grupos de 20 [e nunca menos] meninos, com menos de 12 anos)". Pensei que poderia afixar o seguinte cartaz na faculdade: "Aluga-se 4º para gays... 956784423... me liga vai!". Mas já me disseram que talvez não fosse muito boa ideia. Outra coisa extremamente curiosa nos papéis que nos vêm parar às mãos são os papéis dos desportos praticados na faculdade facultados pela associação de estudantes. Desportos que os alunos podem praticar: "Não sei quê, aikidu, BIRIMBAU D'OURO". Mas que é isto? Tabela de preços do Birimbau: "Alunos FCL: 27.5€ ... Outros: 35 €". Já sabem, quem tiver interessado em praticar com o birimbau pelo cu acima paga com' ó birimbau.

Friday, September 16, 2005

Neolamprologus brichardi

Neolamprologus brichardi é o nome destes peixes, que possuo um casal, e diversos filhotes. Nesta imagem podem ver alguns dos filhotes. Quantos contam?
À esquerda podem ver uma fémea adulta e um macho adulto à direita.




Plano do macho:



Plano dos pequenos:




Para informações adicionais consultar: http://www.cichlid-forum.com/articles/n_brichardi.php

Friday, September 09, 2005

Demónios e Anjos.

Dias de hoje, que é feito da santidade?

Dias de hoje, que é feito da moral religiosa?

Tão originais e criativas são as criações do divino,
como tão banais são as suas contra-criações.

Será realmente o divino algo do além?
Não penso que seja.
O divino vive em nós

Oh, que deus me castigue!
Açoite-me neste meu rabo desleixado,
pois se existir todo o verso anterior se concretiza.
Mais desleixada será a minha boca
por trazer à tona toda a verdade da falsidade.

Tenho esquecido de algumas coisas que vos desejo contar.
Que celebrais vós no dia 25 de Dezembro?
O nascimento de Jesus?
Jesus nasceu em Março,
o 25 de Dezembro é culto a uma religião extinta.
Fantástico costume este da religião.
Este de profanar mentiras,
proliferar a demanda contra a ciência.

Horríveis foram os métodos utilizados pela inquisição.
Mas já no tempo dos cruzados foi uma carnificina.
Hoje mais calmos? Ou mais ocultos? Ou até mais ocultados?
Continuam a ser demónios,
todos aqueles que santos aspiram ser.
Ainda hoje assistimos diariamente à guerra santa.
Pelos telejornais nos chegam as notícias:
“Atentado bombista em não sei aonde”.
Guerra que para nós ocidentais,
foram os outros que provocaram,
mas que na verdade vem de antecedentes históricos.
Cardeais, padres… São donos de todo um mundo.
Demoníacos ou não? Alguns.


Esqueçamos os velhadas velhacos e pecadores.
Anjos vemos nós uma vez na vida,
Brilham em frente de nós,
tanto como nós brilhamos para eles.
Luz nós recebemos,
luz nós damos.
Oh, anjo traz toda a felicidade que podemos ter.
Vamos libertá-la, irradiar felicidade.
Ofuscar corações é essa a função dos anjos!
Ofusca-me!
Limpar maus momentos,
com magníficos momentos.
Preenche-me,
Alada criatura.
Deixa-me respirar o ar dos teus pulmões.
Deixa-me misturar as nossas sensações,
formando um turbilhão de emoções.
Quero sentir a tua brancura,
fria de cor,
quente de espírito.
Anjos são aqueles que, inocentemente, nos fazem viver.

Friday, September 02, 2005

Num bairro moderno

Cesário, se pintasses os quadros de hoje…
Que verias?

Caminhando pela rua apenas pedras e mais pedras,
metal mais metal. Oh, foge, foge!
Abominável visão,
que nos arrasta pelo chão.
Arranhões causará ao que quer que ande a rastejar no maldito alcatrão.
Ruas macadamizadas descrevias tu na tua poesia.
Pós macadamização, vieram as ruas ensanguentadas.
Todas que por aí se veêm sentadas, levantadas, “emperuadas”
(conforme lhes convir)
são, no entanto, igual a descrição de mulher da cidade que tu davas: altiva e fria.

Sim, sim, malditos dias os nossos.
Morte espalhada por todo o lado.
Pássaros mortos, dos quais só restam os ossos,
será este o meu fado?
Ver a beleza daquilo que te trazia as tuas fugas imaginativas
ser destruída por indivíduos com maneiras tão rudes e primitivas?

Retalhos do campo na cidade?
Só se for as ervas secas
mas de tenra idade.
Estranhos dias os nossos em que ervas murcham tão cedo
Credo!
Como são feias todas estas tretas.
Oh, Natureza como anseio pelas tuas forças
não se terem esgotado todas.

Revive e devolve estes seres para onde eles nunca deviam ter saído.
Leva-os para o vazio sem fim.

Wednesday, August 31, 2005

Ilha?

Bom, amigos e amigas, lembrei-me, agora e hoje, de vir-vos chatiar com as minhas experiências pessoais.
Certo dia passeava-me eu em pleno fórum Almada, quando de repente, assim, como quem não quer a coisa e tem um bilhete de cinema na mão fui ver o filme "a Ilha". Ó sim senhora o filme é muito giro (e a actriz principal também), mas reparei num pormenor. Eu queria ir para a Ilha. Epá mas os jovens lá estraem orgãos até na Ilha. Bolas, afinal nem na Ilha.
Agora levanto eu a dúvida. Porque é que o Jude Law não participou no filme, como um dos clones? Não é o Jude Law que tem um pénis de dimensões reduzidas? Então juntava-se o útil ao agradável, Jude Law faria o papel do riquinho que quer ver o seu pénis acrescido e com erecções bem mais duradoiras do um simples movimento de morte do "bicho". Oh senhores Jude Law era o actor certo para esse filme.
Falando de um outro pormenor do filme (que volto a insistir), que orgão é que a mulher que fazia o papel de actriz principal poderia querer? Sinceramente! Tinha tudo no sítio. Amigos não acham?

Thursday, August 25, 2005

Branco

Sentimento confuso,
Imensamente difuso.
Que sinto Eu,
enquanto outros olham para o céu?

Branco!

É a cor do fumo que paira sobre Lisboa,
e também sobre os fundos do Alentejo.
Fundos onde não vejo luz, p’ra lá do buraco onde cai a cor da vida.
O poluente fumo dos fogos que paira sobre o país, também paira sobre a minha cabeça.

Que coisa esta que me deixa a toa,
como um barco a deriva no Tejo,
que procura encontrar uma saída
da confusão que se instalou em cada uma das suas lenhosas peças.

Oh, peças do meu corpo porque ardeis?
Porque ardem elas sem a minha razão?
Procurando ou não,
acabo sempre por te encontrar, fogo que me faz arder sem sopro.

O vácuo distante permanece longínquo,
mas o meu vácuo parece-me ainda mais ausente.
Preciso da peça que me faz respirar,
falta-me aquilo que me faz quente.

Tragam-me!
Devolvam-me!
Não levem a peça que me falta!
Regressssssssa!

De que me adianta silvar se não te posso ter?
De que me adianta gritar por aquilo que não vejo?

Branco,
já foste chamado de cor da paz,
de cor da morte,
eu dar-te-ei o meu significado – és aquilo que me preenche, hoje!

Tuesday, August 16, 2005

Afinal... é musica???

E enquanto os U2 actuavam em Alvalade, os Dzrt actuavam na amora, e eu como pessoa sem fundos que sou, não tive escolha e lá fui ver os Dzrt, neste momento devem pensar “é pá esta gaja é mesmo pita”, pois estão enganados... porque psicologo que se preze recorre á observaçao naturalista ( estudo do individuo no seu meio-natural), e porque é Verão, sinto-me indigente e como não tinha nada para fazer...fui estudar o comportamento das pré-adolescentes (pitas). E como é óbvio e todos podem concluir, aquilo resumiu-se a gritos histericos e cantos “tribais” como “és tao bom, és tao bom”.
Mas falemos dessa banda que alcança a fama nao só através da tvi , mas também com a divulgaçao do seu trabalho em diversas zonas do país (sobretudo na margem sul), só por isto é visivel a influencia dos meios de comunicaçao e alienação das massas por parte dos media. Mas será isto musica? Pelo que observei afirmo que a presença em palco é bastante forte, mas em termos de vozes deixam muito a desejar, embora o ritmo e as batidas até sejam engraçadas... será que estes jovens têm aulas de canto?? E porque se queixam tantos, se na verdade muitos acharam graça quando surgiu o Zé Cabra, ou Tino de Rans , nao me digam que no meio de tanto “trash”, estes jovens não podem ter lugar na música portuguesa...
Porém é uma pena esta banda apenas tenha surgido na industria musical á pala de uma novela e das ideias “plagiadas” do senhor José Eduardo Moniz, sim porque na New Wave também existia uma banda (vagabanda). E para além das novelas serem “plagiadas”, as próprias músicas dos Dzrt são fruto de “plágio”, pois as próprias melodias são retiradas de musicas estrangeiras (existe uma cujo ritmo foi extraido da banda sonora de MIB, e o “para mim tanto me faz” é a adaptaçao de uma versao chinesa). E que tal um pouco de originalidade Sr Moniz??
Nisto tudo quem sofre são as bandas que realmente se esforçam para alcançar o seu lugar de prestigio e como é obvio sentem o seu trabalho desvalorizado ao verem estes “abusos”(sim porque pelo que percebi os dzrt estao á 3 meses no top nacional e já têm discos de platina, e tudo graças ás pitas). Enquanto os movimentos anti-dzrt se proliferam ao ponto de o vocalista dos moonspell dizer em directo na Revolta dos Pasteis de Nata (6ºf ás 23h30 na Rtp 2 ) que assinava uma petiçao para acabar com eles.


*plagiar está entre aspas pois este “plagiar” refere-se á falta de originalidade.

Sunday, July 24, 2005

Maldição

Ah! Amargo mundo,
Porque nos levais tão fundo?
Nasceis para ser aquilo que desejam,
para servir as suas intenções.
Ladrões,
roubais sem mãos aquilo que alguns amam.

Detesto ter eu próprio que o admitir,
mas aqueles que nos dão as nossas citosinas, guaninas, adeninas e timinas
são aqueles que nos estão a corroer.
Com maneiras dóceis e finas,
se nos ensina a ser.
Mas, grotescamente se faz aquilo que Nós não queremos assistir.

Longa vida nos desejais,
na luz.
No escuro limtai-vos a desejar morte.
Pouca sorte?
Agarrai-vos à cruz,
porque não o permitirei mais.

Comigo, não!

Tou farto de vos ver curtir
e pedir-me que não o faça.
Não vos peço o que vos vejo fazer,
mas sim que desligais do meu viver.
Não vos quero servir
e quando não mais precisais não farei como a traça.

Não vivo de noite,
vivo às claras,
numa chama de paixão,
que acende todo o meu coração.
Coração que não serve para espetar varas
ou levar açoite.

Este é puro e tem, por vezes,
nojo daqueles que espalharam a semente.
Não consigo Odiar, porque vos amo.
Mas sofro, amargamente,
a infelicidade de vos ver, novos e pobres burgueses,
devorando-mo.

Agradeço a toda a Luz, que só de um sítio vem.
Agradeço a Liberdade que me dás.
Agradeço, também, a Leviandade que me transmitis.

Agradeço a Felicidade que me dás,
que embora fugaz,
me enche e satisfaz.

Ó, Amor, como a maldição ainda não paira sobre o teu nome.

Friday, July 22, 2005

Abaixo o marisco!

Caros leitores, hoje foi fundada uma organização que tem como objectivo a preservação dos mariscos no seu habitat natural. Esta organização é composta única e exclusivamente por duas pessoas, sim porque outra pessoa deste "blog" rejeita deixar o marisco de lado. Enfim, Sádica. O nome desta organização é: Clã Tira o Maldito Marisco do Prato (CTMMP).
O CTMMP foi fundado pois nós não gostamos de marisco no prato, entre outros. Mas hoje "saiu" a gota de água para esgotar a nossa paciência enquanto não admiradores de mariscos. Tudo o que seja Gastrópodes, Cefalópodes, Bivalves e Crustáceos (moluscos e alguns artrópodes), nós não ingerimos. Fiquem, também, sabendo que os Crustáceos são mais aparentados com os Insectos do que com os outros mariscos.
E então eis a notícia que nos deixou muito tristes:
"EVITAR TOMAR BANHO EM SINES"

"A delegada de Saúde de Sines desaconselhou ontem comer bivalves e tomar banho em zonas da costa marítima de Sines, onde apareceram manchas avermelhadas à superfície da água do mar. O alerta foi lançado "meramente por precaução", depois de manchas avermelhadas terem sido avistadas em alguns pontos ao largo da costa marítima entre Sines e Porto Corvo."

Pois bem, este é o outro facto pelo qual nós lutamos pela preservação do marisco fora dos pratos. Reparem, alguns são nocivos à saúde pública, por isso, por favor, tomem cuidado com o que ingerem.
Outra coisa que me intriga é aquela mancha vermelha. Será que as ameijoazitas se andaram a vir? Ou será que estão com o período? Há quem diga que a mancha é uma alga que se reproduz a velocidade impressionante.
A CTMMP apela a todos os cidadãos portugueses que deixem o marisco em paz, pois também eles são animais. E nisto estamos com o Nicolas.

Tuesday, July 19, 2005

As mensagens magicas do iogurte

Era uma vez, uma menina que comia iogurtes da danone, até começar a ler coisas estranhas que vinham nas tampas dos iogurtes, como por exemplo, “o bom tempo és tu”, ou “alvo á vista! 10...9...8...7...6..5...4...3...2...1...beijos!!!!”, mas o que vem a ser isto?? È que uma coisa é ser assediada na rua, outra é dentro da nossa propria casa, e ainda por cima por iogurtes...mas nao é esse o ponto da questao.
Ora o que pretendo focar é o facto de estarmos a ser “socializados” nao só pela televisao, como pelos maços de tabaco, porque acho que os fumadores NUNCA souberam que fumar mata, ou provoca impotencia, e depois o que é que acontece??? Lêem aquilo e pensam “Oh MEU DEUS! Porque é que só me avisam agora???” , nao me parece que pensem isso, para os senhores que tiveram a bela ideia de imprimir em letras garrafais, FUMAR MATA, pois toda a gente sabe, olha que novidade estao a dar, até parece que nao sabem que para o fumador deixar o vicio tem de existir uma forte motivaçao.
Oh!!! Este tambem nao era o tema... na verdade, eu queria expressar-me , mas hoje esta dificil...ah e as tampas dos iogurtes, pois dizem coisas bonitas, mas dizem sempre o mesmo (já apanhei dois repetidos, mas que falta de originalidade). E de quem foi a ideia de por mensagens nos iogurtes... e ja viram o anucio, o pai a despedir-se do filho e diz ao puto “quando tiveres saudades minhas, come um iogurte”, é pá mas isto é o que?? Embora la substituir os paizinhos por mensagens do iogurte, como se fosse o dito progenitor a mandar a mensagem. Grande parte das vezes nunca ouvimos dessas coisas por parte dos nossos pais... realmente acho que quando tiver um filho vou-lhe dizer “ o bom tempo és tu”...lol e já agora, se a televisao ja se constituiu num meio de socializaçao, e grande parte das crianças sao “educadas” pela televisao, porque é que um iogurte nao poderá desempenhar o mesmo papel, ao menos pode preencher afectivamente uma criança, com essas belas palavras “pronunciadas”...

Wednesday, July 13, 2005

Metade de Tudo

Ah, dia de coisas belas,
esse que se avisinha.
Dia em que se acenderam as velas
da minha vida.

Bela...
Ainda bem que ninguém mais te vê.
Apenas eu, com os meus olhos que vêm,
aquilo que não se "vê", quando se olha.

Maravilhosa,
Inteligente,
Preciosa,
Adorável...

Muitos são os adjectivos para te descrever.
No entanto, recuso descrever-te com adjectivos.
Deixo-te, então, A Única palavra para te descrever,
como que se de um segredo infinito e intímo se tratasse.

Que só nós dois partilhamos.

Amo-te,
minha metade de tudo.

Friday, July 08, 2005

E mais uma... TEORIA DE... AUTOCARRO

Boa noite, bom dia, boa tard, conforme lhe convir, caro leitor, ou até cara leitora (leitora é estranho, parace que tem qualquer coisa a haver com leite, mamar, sei lá). Venho hoje mais uma vez desenvolver, ou apresentar-vos uma teoria de autocarro. Se gostaram das outras, então isso não significa que vá gostar desta. Porquê? Porque penso que é um pouco diferente, pois remete para a minha infância.

Quando vamos de autocarro, e especialmente quando estamos ensonados, temos tendência a encostar a cabeça ao vidro do autocarro, e é aí que começa a acção. Acho que quando encostamos lá a cabeça, automaticamente o vidro começa a tremer (sim, começa pois antes não estava e parecia muito cómodo). Que é que se sucede então? Eu penso que qualquer ser humano que se preze tem que encostar lá a cabeça e a única coisa que vai tentar presenciar é de facto única, pois por mais que tente nunca vai presenciar. Pois bem, quem tentar fazer coisa semelhante (e, então, se estiver com sono), só vai desejar que o vidro pare de tremer para que a cabeça pare de martelar no vidro. Facto esse que nunca se verifica, a menos que o indivíduo tenha um traumatismo craniano e perca a sensibilidade das áreas somatossensoriais.

Hoje tenho, também, uns agradecimentos especiais para os motoristas que conduziram os "chaços" onde viajei. Sim sr. aquilo é que é atendimento: "Ai a merda, já estão a sentar-se? Não toquem em nada c... (pi), o c... (pi) dos putos, F... (pi). Levas uma trolitada caté desandas p'la porta fora ó meu granda f... (pi)". A pergunta que me ocorreu foi: "E, então, posso tocar na minha namorada ou também estrago o material?"
O sr. dr. que faz a carreira do Miratejo - Seixal tem de ser liquidado. Nunca lhe ensinaram as distâncias de travagem, de reacção, de paragem e de segurança? É que íamos batendo nuns quantos veículos inocentes e nas paragens quase que levantavamos vôo para travar. Enfim, lastimável meus caros. Como já viram as queixas deste senhor neste "blog" são diversas. Muito Obrigado a todas elas.





Desculpa-me!

Thursday, July 07, 2005

Teorias de Autocarro

Bem neste post estão um punhado de teorias desenvolvidas no autocarro 114 da margem sul do tejo, não só teorias, mas também algumas situações curiosas e até, inoportunamente, desagradáveis que se passam todos os dias nos nossos "espeluncosos" autocarros.

A primeira situação e a que me veio logo a cabeça, assim que tive de ficar de pé no "bus", foi a seguinte:
Quando estamos de pé, logicamente, temos de nos agarrar aos ferros do dito veículo. Ora bem e que é que isso tem de especial? Bom, penso que é aqui que começa a educação sexual. Desde pequenos que começamos por nos agarrar aos ferritos, mas que é que isto tem de especial? Quando está calor as mãos começam a escorregar pelos ferros a baixo. E, então, hãm? Já há alguma conclusão? Ok, perfeito. Este deslizar promíscuo é, muitas das vezes, intencional e, completamente, voluntário. Se me estão neste momento a chamar de nojento, então levantem-se para que me possa sentar e não tocar naqueles ferros. Caramba, sou heterossexual.

Outra das curiosidades de andar de autocarro é, sem dúvida, as pessoas que encontramos neles.
Certo dia, ia eu e mais três jovens, quando olho para duas das pessoas que estavam sentadas nos bancos de autocarro. Olhando mais "profundamente" pude, então, verificar o que se estava a passar. Estava ela a dizer para ele: "Tou cansada!Ah!". Exclamação à qual ele responde: "Sei uma coisa que não te cansava". E, de novo, ela: "Ficámos uns tempinhos sem nos ver vê só como já estás". Depois, ele sussurou-lhe qualquer coisa ao ouvido (não uma única vez). Mais tarde, acabaram por sair do autocarro, mas tive ainda tempo de reparar na mão dela. Estava exactamente onde vocês estão a pensar.
Agora seria legítimo vocês perguntarem, então e não sei quê, e tu não tens mais nada que fazer a não ser cuscar a vida alheia? Aqui vai a resposta: De facto, não. É para isso que me pagam. Muito obrigado. Outra coisa, para que eu não me distraia: Lavem-se.

Os jovens, hoje em dia, são uma vergonha, chegam ao autocarro só sabem atropelar pessoas e ainda por cima roubar lugares. Qual é espanto quando eu vejo duas das jovens que foram comigo no "bus" (e agora vocês estarão a pensar: Mas porque é que ele só anda com meninas no "bus"? olha calhou.), acorrerem aos lugares vagos do dito cujo. E, pronto, lá ficaram sentadas, apesar dos meus insultos e calúnias para a juventude de hoje em dia. Tentei ver se apanhava lugar, qualquer um fazia o mesmo. Ahca! Vão mas é trabalhar!

Nas curcas da Cruz de Pau, o autocarro parece uma autêntica montanha russa. Não é que algum dia tenha andado de montanha russa, porque isso é muito radical para mim, para mim até acompanhar com os olhos o movimento da montanha russa é algo muito radical. Mas disse-me uma jovem (outra vez uma gaja, possas, quê de mais) que ia comigo no "bus", que realmente parecia uma montanha russa. "Andei na do Colombo" disse ela na esperança de que eu soubesse o que é essa coisa bizarra - a montanha russa do Colombo. Bem, mas a situação é grave e penso que o autocarro pode mesmo despistar-se naquela zona. Pois senão acham, digo-vos, em primeira mão, que o autocarro faz um ângulo de 45º e quase se vira. Certamente, levará rodas no ar. Mas ninguém avisa estes motoristas da "TST" a cumprir os limites de velocidade, é que aquilo não é uma pista de fórmula Um. Devagar se vai ao longe, amigos.

Não poderia faltar a este "post" uma referência aos luxuosos autocarros da "TST", que tão, generosamente, nos cobram a modesta quantia de 1.5 € da cruz de pau para o laranjeiro. E, ainda, dizem eles que ainda não aplicaram o IVA a 21 %. Ó senhores TST's é para rir? É que até o blog do "gato fedorento" tem mais graça. Estes gatos fedorentos na minha opinião estão cada vez pior: mal-educados e com um sentido de humor muito repetitivo. I9vem.

Outra sensação que tiro do autocarro (enquanto situação do dia-a-dia) é que as pessoas devem festejar quando sai-o do autocarro, porque não páro de dizer coisas deste género, das quais muitas me esqueço completamente. Peço, portanto, desculpa.

Tuesday, July 05, 2005

Asfixiante

Um, dois, três.
Quantas asas partidas de uma só vez?
Liberdade caída pelo chão.
Que mortal alcatrão!

Um, dois, três...
Afinal são muitos mais.
E tudo parece esmagado por pés,
mas, no entanto, não é por isso que os matais.

Que máquina que nos aprisiona!
Que máquina que nos mata!

Nós que somos livres,
juntemo-nos,
numa fusão sem limite,
sem fim...
Livres, ó passaros atropelados,
ó maravilhas com asas.
Olha voam,
são livres!

Eu Amo-vos, livres aves.
Deixem-me juntar a vocês.

Oh, mas não!
Vocês são mais mal tratadas que eu.
Que raça esta que condiciona tudo.
Eles matam-vos, mas eu quero vos salvar.

Falta-me força, poder e presença,
para o fazer.

Será que posso misturar-me com vocês,
nessa imensidão, a que chamam de ar?
Será que devo?
Ou, será que o meu nome de Humano não vai conspurcar a coisa mais bela da natureza?

Voem, voem, voem.
Fujam, fujam, fujam.
Vão para onde não exista tanta Humanidade.

Não, não, não!
Vocês estão a tomar o caminho errado.
É para o campo que têm de ir,
para um recanto escondido e impenetrável,
longe dos olhares curiosos,
maldosos.

Deixem este ar para trás,
mas voem.

Monday, July 04, 2005

Epá, não faço a mínima!

E não é que as batatas são castanhas por fora, mais parecendo uma poia, e por dentro são amarelos que nem os meus dentes. Sim tenho cáries. Sim cheiro mal da boca. Sim gosto de batatas. Não muito, mas deve ser bom, sei lá. E agora reparem como o meu vocabulário é alargado e abrangente e tal: Quiçá.
Agora sinceramente, eu quando escrevo estas porcarias é para ver quem são os cromos que comentam. Sim, porque se reparerem eu ainda não escrevi nada. Mas o meu lema é? Não sabes? Ai c'a sopa está entornada. Nada é tudo, oh amigo não acredito que não saiba o lema deste "espace" como diria a minha prima, ela que também diz a interessante expressão "fixolas"(A cada letra que escrevo sinto o meu vocabulário a crescer, fantástico).
Reparem, agora, como este blog pode se transformar alegre de um momento para o outro num puro momento de magia.
Não é gay? alegre? Ok perdão, isto já passa.
Bem, mas depois da tromba do tiranossauro rex me ter batido na nuca (não um taco de basebol porque é muito comum), acordei. Não têm tromba? Eu sei meus filhos. Era um T-Rex mutante que eu próprio criei. É o meu amigo imaginário, e vai comigo para todo o lado, e não é de mais ninguém. Nah Nah nah Toma toma. Vai buscá-la.
Aonde? Aonde? Hãm? O quê?
E este foi o jornal nacional, e eu sou a manuela boca guedes.
Este conteúdo é um exemplo de um telejornal da TVI num dia como o de hoje. Que dia o de hoje até o mundo parece que tem sono. Será que está toda a gente com a mestruação? Tudo mal disposto e sempre a mandar vir com o alheio, epá bolas, assim fico chateado cacete.
Bem secalhar é melhor parar com isto senão ainda me acusam de escrita pornográfica. E depois sou notícia p'ra TVI, ou então apareço numa manifestação gay daqui por uns dias a proclamar que os gays também têm direito a ser homens. E, depois, automaticamente, levo um tiro, ou então levam-me para o manicómnio, onde mais uma vez mostro a minha veia assasina, e mato uns quantos ratos. E, isto tudo, por causa do meu amigo T-Rex que me persegue para onde quer que vá. Depois os ratinhos morrem e vêm os gajos da Quercus: "ah não sei quê, você tem de ser extreminado porque matou os ratinhos e tal".É então que eu digo: "não, não, confundi-os com motorratas, oh perdão, motorratos, foi um acidente, oh não, que horror". E depois pronto sou ilibado porque os motorratos foi das séries mais chungosas que passaram na sic pelas manhãs da minha juventude. Pokémon é que é bom.
Reparem no seguinte "slogan":
(Uma daquelas vozes mecânicas dos anúncios televisivos)
Use preservativos pokémon.
use porque é bom.
(depois aparece o Ash e o pikachu, na seguinte cena)
Vai vai pikachu.
Usa o ataque de envestida.
Mais forte,
Vai.
Mostra-lhe o teu trovão.
Bom trabalho pikachu,
volta para a tua pokébola.
"Pikaaaachuuuuuu".
Muito obrigado pela paciência caro leitor, e peço-lhe que me ajude a passar esta fase difícil da minha vida com o seu sempre agradável comentário ranhoso.